O Templo transforma escritórios de advocacia em operações com capacidade elástica: mais casos por advogado, menor custo por processo e governança sobre cada peça apoiada por IA.
14 anos de atuação em organizações de alta complexidade. Diagnóstico, capacitação, plataforma e agentes em produção. Do mapeamento inicial aos primeiros resultados, o percurso é estruturado, rastreável e ajustado à realidade da advocacia.
Mais volume processual, pressão sobre honorários, quadro estável e um passivo disciplinar que já chegou aos tribunais superiores. Nesse cenário, a IA generativa amplia a capacidade da banca sem expansão de equipe, desde que a adoção seja feita com governança adequada.
Adotar IA em um escritório não é uma decisão tecnológica. É uma decisão de sócio. Quem adia essa decisão não está parado. Está exposto.
dos advogados brasileiros já usam alguma ferramenta de inteligência artificial. Entre os escritórios, apenas 20% têm estrutura formal de governança sobre esse uso. E 66% dos que usam o fazem em conta pessoal. A adoção não está vindo. Já está dentro da casa, na maior parte das vezes sem registro e sem revisão padronizada.
É adotar IA sem política escrita, sem regra de roteamento de modelos e sem revisão registrada. Entre julho de 2025 e julho de 2026, ao menos onze decisões judiciais aplicaram multa por peça com jurisprudência inventada, de 1% a 10% do valor da causa, quase todas com ofício à seccional da OAB. Nenhum tribunal aceitou responsabilizar a ferramenta, e em dois casos a sanção alcançou também o cliente. Reputação, uma vez perdida, não se reconstrói por petição.
Entender onde está o seu escritórioO Templo mapeia os gargalos de maior impacto: pesquisa de jurisprudência e produção de peças, revisão contratual e diligência, e a retaguarda de prazos, apontamento de horas e relatórios ao cliente. A métrica central é reduzir o custo por caso ao mesmo tempo em que se amplia a capacidade de atendimento da banca.
O modelo operacional do Templo para escritórios segue quatro etapas: 1. Diagnóstico de maturidade e valor, 2. Capacitação por senioridade, 3. Plataforma centralizada com controles de uso e 4. Agentes em produção nos fluxos críticos do escritório.
Governança sobre cada peça apoiada por IA.
Controle da banca sem abrir mão da velocidade.
Em vez de medir apenas o acesso a ferramentas, o modelo do Templo avalia cada iniciativa pelo retorno em margem, aderência deontológica e qualidade da entrega ao cliente.
Queda no tempo e no custo de tarefas repetitivas: triagem processual, análise documental massiva, primeira minuta e rotinas de apoio administrativo.
Profissionais migram de tarefas transacionais para tese, estratégia processual, deliberação de exceções e relação com o cliente.
Prazos menores, respostas em linguagem compreensível e acompanhamento sem espera, fortalecendo a percepção de valor da banca.
Desenvolvimento das competências da equipe atual, por senioridade, para operar com e ao lado de agentes de IA generativa.
Controles que garantem revisão registrada, auditoria de cada uso, roteamento de matéria sensível e proteção do dado do cliente.
O percurso de transformação começa com um diagnóstico executivo.
Agendar diagnósticoNão se propõe a substituição do advogado, mas a reestruturação do trabalho. Agentes de IA assumem o volume transacional, liberando o profissional para o que exige julgamento jurídico, estratégia e responsabilidade pela assinatura.
Agentes que localizam precedentes por sentido, devolvem a citação com número, relator e vínculo ao inteiro teor, e barram o que não resolve em decisão real.
Minutas geradas com base nas peças, teses e modelos da casa, preservando estrutura, ordem de argumentos e vocabulário, com revisão humana como etapa obrigatória.
Extração de cláusulas, comparação contra o modelo padrão e sinalização de risco, distinguindo alteração cosmética de alteração substantiva.
Classificação de intimações, distribuição por tese e resposta padronizada em escala, com detecção de litigância predatória e de duplicidade processual.
Captura das atividades do dia e sugestão do apontamento para aprovação, além de relatórios de andamento em linguagem compreensível para o cliente.
Captura e distribuição do repertório de sócios seniores, transformando acervo disperso em base consultável com origem verificável.
Iniciativas fragmentadas geram dívida técnica e risco não gerenciado. O Templo aplica um modelo sequencial e rigoroso que garante prontidão cultural, tecnológica e de governança antes de cada avanço.
Mapeamento de maturidade, organização do acervo e priorização de casos de uso com base em retorno e viabilidade. O resultado é um roteiro executivo de adoção alinhado à estrutura de honorários da casa, com cada iniciativa justificada e sequenciada.
Programas para sócios, seniores, plenos, juniores e retaguarda. O foco não é ensinar a operar uma ferramenta, mas construir competência de revisão, instrução de agentes e auditoria de citação aplicada ao trabalho real da banca.
A arquitetura que orquestra o acesso aos modelos, as políticas de uso e a auditoria de consumo. É o ambiente governado onde matéria sob sigilo roda isolada por regra escrita, e não por confiança individual.
Implantação e sustentação de agentes especializados que operam em paralelo às equipes humanas, com autonomia governada: a máquina propõe, o advogado aprova e o grau de autonomia sobe na medida em que o resultado comprova.
O Templo não é uma consultoria que fala sobre IA. É uma empresa que já transformou dezenas de organizações com ela e carrega esse repertório para cada novo projeto.
Iniciativas genéricas e projetos isolados não constroem capacidade institucional. Constroem relatório de piloto. A sessão de diagnóstico do Templo mapeia os gargalos reais do escritório, dimensiona o potencial de ganho por área de atuação e estrutura um roteiro de adoção ancorado em margem por caso, sigilo profissional e responsabilidade sobre a peça.
Sessão confidencial voltada para a sociedade de sócios, com foco em estruturar a tese de transformação da banca.